domingo, 18 de maio de 2014

É POSSÍVEL SER FELIZ NO TRABALHO ?

A qualidade do meio ambiente das Equipes de trabalho  é diretamente influenciada pela cultura da Instituição onde estão inseridas sendo que, naquelas onde se prima pela comunicação eficaz, pelo compartilhamento de informações e experiências,  vivencia-se a felicidade e multiplicam-se os resultados.

Em outras unidades, porém, onde predominam a omissão de informações, a competição acirrada e a manipulação, constata-se a baixa qualidade do ambiente e seus reflexos negativos sobre o bem estar e a produtividade.
 
No centro da questão está o ser humano, verdadeiro agente transformador, sensível às ações da liderança e à qualidade do meio ambiente corporativo. 
 
À partir dessa constatação, torna-se necessário repensar aspectos da qualidade de vida corporativa, muitas vezes arraigados na própria cultura da Organização, cuja nocividade comumente se evidencia pelo elevado número de conflitos e de absenteísmo.

Afirmar que o clima influencia a produtividade nos leva à conclusão de que o nível de satisfação dos membros da equipe deve estar sempre no centro das atenções das lideranças, já que a maneira como se sentem nossos colaboradores irá influenciar diretamente os resultados da unidade.

Pessoas felizes produzem mais, adoecem menos, estão sempre buscando aprimoramento e possuem um nível superior de comprometimento com a equipe e os objetivos institucionais.  De outro ângulo, possuem autoestima elevada e se sentem capazes.

Assim, deve ser preocupação constante das lideranças o monitoramento da qualidade do ambiente de trabalho, através da observação de como se sentem seus liderados em relação às atividades desenvolvidas e como compreendem seus papéis em relação ao todo.

De forma objetiva podemos elencar algumas ações responsáveis pela felicidade no trabalho: SEGURANÇA, TAREFAS DESAFIADORAS, AUTONOMIA, REMUNERAÇÃO e HORÁRIO FLEXÍVEL.

Em um ambiente de desconfiança e ameaças, nenhum colaborador irá produzir resultados de excelência, assim como tarefas repetitivas por tempo indeterminado não irão contribuir para a inovação.  Como lideranças devemos buscar lançar novos desafios, de acordo com as habilidades de cada um e permitir que cada um realize suas atividades com autonomia, fornecendo apoio acaso seja solicitado.  Muita intromissão e controle apequenam as capacidades individuais.

Precisamos nos cercar de cuidados quando da delegação, mas uma vez definido e entregue o desafio, é preciso permitir que o colaborador se organize e defina seus métodos, sempre balizados pelos objetivos institucionais.  O que não significa abandoná-lo, mas empoderá-lo a fim de que possa ser vitorioso na realização daquilo que lhe foi confiado.

Quanto à remuneração, cada um deve ser remunerado de acordo com a complexidade das funções desempenhadas para evitar que os colaboradores busquem novos locais de trabalho, para onde irão levando seu conhecimento e habilidades.  Esse item se reveste de complexidade quando se trata de serviço público, onde a estrutura remuneratória se mostra rígida, com poucas opções, mas ainda assim permite a alocação de determinadas gratificações de acordo com o nível de responsabilidade.  O que não se pode negar é que, baixa remuneração promove insatisfação, êxodo ou desestímulo, tornando as equipes menos felizes e pouco produtivas.

Finalizando, acreditamos que o horário flexível seja um excelente aliado da manutenção de um meio ambiente saudável nas equipes, o que equivale a dizer que jornadas rígidas, que não consideram as diferenças existentes nas equipes e valorizam a quantidade de horas sem qualquer vinculação com o atingimento de metas são indesejáveis e na maior parte das vezes improdutivas.

O ideal é ponderar as necessidades e interesses individuais com os objetivos e metas da unidade, buscando encontrar uma fórmula que atenda a ambos.  Um colaborador à partir de necessidades pessoais reais e justificáveis,  com horário de entrada e saída diferenciado, sem prejuízo para a jornada semanal, exercerá suas funções com muito mais empenho e bem estar, acelerando sua produtividade.  Simples assim.

Felicidade no trabalho pode sim ser uma realidade nas equipes e sua instalação em nosso "metro quadrado" depende muito mais de nosso querer e agir do que de recursos indisponíveis.  Nesse sentido,  pequenas ações e mudanças de paradigmas são os nossos maiores aliados e aguardam apenas por nossa própria determinação.

Felicidade no trabalho não é ilusão, é uma questão de opção.

Eu já fiz a minha opção...vou ser feliz!

E você, o que decide?
 
 
 
 
 
 
 
 

quarta-feira, 14 de maio de 2014

FUJA DE SUA ZONA DE CONFORTO



Se você pretende fazer a diferença em seu ambiente corporativo, esqueça os paradigmas que o trouxeram até aqui porque para inovar vai ser preciso abrir coração e mente a novos conceitos, questionar seus métodos, sair da sua zona de conforto e correr riscos. 
 
Avalie os resultados já obtidos e sinta orgulho deles, comemore, mas não se acomode.  No mundo corporativo e altamente competitivo que vivemos, não há ponto de chegada, mas desafios que se renovam.
 
Sobre o tema afirma James Hunter, em sua Obra "O Monge e o Executivo" : “LOUCURA É QUERER FAZER SEMPRE AS MESMAS COISAS E OBTER RESULTADOS DIFERENTES.”
Refletir sobre o caminho percorrido permite justificar ou não as escolhas anteriormente feitas e pode legitimar ou não as decisões tomadas, orientando os gestores a buscar e encontrar novas oportunidades.
 
Ao identificar falhas de desempenho ou oportunidades de melhoria, gestores legitimam suas decisões e assumem perante suas Equipes importante papel de liderança. 
 
Assim, fuja de sua zona de conforto, saboreie suas vitórias, mas não se esqueça de  repensar constantemente seus paradigmas.  Corra riscos calculados, mantenha-se ao mesmo tempo inconformado e motivado a buscar novos modelos e métodos.  Se der certo, será só felicidade e se der errado, sabedoria.
 
Afinal, "nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o que, com frequência, poderíamos ganhar, por simples medo de arriscar". William Shakespeare
 
Carpe diem!
 
 
 
 

sábado, 10 de maio de 2014

SOBRE AS MÃES

 
Olhe para os lados, olhe para dentro de você mesmo e imagine o mundo sem as mães. Certamente encontraríamos casas menos arrumadas, menos bolos quentes no fogão e relações menos generosas, menos passionais, menos ternas.    Porque um traço fundamental comum entre as mães reside na capacidade de amar sem medidas seus filhos: aqueles que geraram e todos os que "adotaram" ao longo da vida, ouvindo, acolhendo, orando, cuidando. 

Alimentados pelo amor de mãe os seres humanos se desafiam, constroem seus valores e buscam realizar suas metas sem permitir que apequenem seus sonhos ou mesmo que lhe impeçam de sonhar, porque aprenderam no colo materno que tudo é possível para quem crê. 
 
Assim, antecipando um dia tão especial, dedico esta postagem a essas incríveis mulheres que aceitaram bravamente o desafio de ser mãe e diariamente velam pelos seus filhos, seja fortalecendo-os, seja motivando-os, cuidando para que desenvolvam-se como pessoas e profissionais dignos, contribuindo para a construção de um mundo mais justo e civilizado.
 
Para quem deu colo, amor e limites, que nunca lhes faltem afagos, emoção e a certeza de ter feito da maternidade uma escolha e do amor a tônica da vida.
 
E, que cada gesto de generosidade se traduza em momentos de felicidade e de união...
 
Deus abençoe a todas as mães!


terça-feira, 6 de maio de 2014

O QUE É RESILIÊNCIA?

 
Observando equipes de trabalho eficazes observamos a presença de diversas atitudes proativas responsáveis pelo meio ambiente corporativo saudável e pela potencialização de seus resultados, dentre essas, a resiliência, a qual se traduz na capacidade do indivíduo em lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas.  É a atitude positiva frente às diversidades.
 
A simples análise do conceito já evidencia a grandiosidade do tema, pois diariamente somos confrontados em nossa vida particular e na corporativa com situações de pressão e metas a serem cumpridas, muitas vezes em prazos exíguos e em plena carência de recursos, criando um clima de ansiedade e tensão.
 
A capacidade de suportar essas dificuldades adotando atitudes positivas, buscando soluções objetivas sem perder o foco e a saúde, evidencia a presença de alguns pilares da resiliência, a seguir lançados para reflexão: AUTOESTIMA, CRIATIVIDADE, COOPERAÇÃO, AUTONOMIA E BOM HUMOR.

A autoestima é a principal ferramenta de que dispõe o ser humano para enfrentar os desafios diários, consubstanciando-se em um verdadeiro aparato de defesa emocional influenciando diretamente na maneira como nos relacionamos com o mundo que nos cerca.
 
O grande filósofo grego Aristóteles já afirmava que a esperança e o entusiasmo, juntos, formam a centelha da autoconfiança.  Atualmente estudos científicos comprovam que a autoestima pode ser transformada pelo indivíduo à partir do questionamento de suas crenças sobre si próprio e sobre o mundo, superando imagem distorcida e negativa de si mesmo.
 
É preciso refletir constantemente sobre nossas próprias capacidades e objetivos, buscando adequar nossos métodos, transformando nossos resultados, pois são os pensamentos e as atitudes que nós mesmos nutrimos e não os eventos externos que moldam nossos sentimentos.
 
A criatividade se insere na necessidade de se reinventar e reinventar o mundo, aqui incluída a atualização de paradigmas e a melhoria contínua de nossos métodos de trabalho. Traduzindo,   a criatividade no trabalho decorre de um olhar curioso e permanente sobre nossos modelos, ousando pensar e agir fora "do quadrado", buscando novas formas de fazer frente aos desafios que se impõem diariamente.
 
Cooperação e compartilhamento são estratégias de união e envolvimento sinérgico nas equipes.  Levar à reflexão sobre a importância e os benefícios dessa forma de disseminar o conhecimento em nossas Unidades, gera comprometimento, amplia os resultados e o nível de felicidade e bem estar, pois aqui não existe isolamento ou individualismo.
 
A autonomia é um empoderamento de cada membro da equipe, de acordo com seu desenvolvimento e habilidades, permitindo a cada um definir como realizará suas atividades sem perder de vista as metas da Unidade e da instituição/Organização.  Menos centralização, mais delegação. É uma das formas de reconhecimento eficazes.
 
Finalizando essa pequena reflexão sobre os pilares da resiliência, elencamos o bom humor,  que nada mais é do que a capacidade de enfrentar positivamente os entraves do dia-dia, tornando o meio ambiente corporativo leve e saudável.
 
Cuidando dos pilares aqui sugeridos certamente veremos surgir a capacidade de resistência e a flexibilidade que farão toda a diferença em nossas Unidades, aumentando a confiança dos membros de nossas equipes para lidar com os contratempos, criando novos paradigmas de superação e de felicidade no trabalho.
 
Carpe diem!
 
Abcs e até a próxima!                 

 
 
 
 
 


sexta-feira, 25 de abril de 2014

UM BOM LÍDER SABE DAR TEMPO AO TEMPO


TEMPO DE LIDERANÇA

Escrito por Renato Grinberg
segunda-feira, 21 abril, 2014
   
Em um mundo cada vez mais dinâmico e frenético é natural que rapidez seja algo valorizado em tudo que fazemos. Por exemplo, um website que demora alguns segundos a mais para carregar suas imagens e textos perderá a grande maioria de seus visitantes. Um serviço de download de filmes ou músicas que não seja extremamente rápido não tem chance alguma de se transformar em um negócio viável. É até comum usarmos os termos eficiência e rapidez quase que como sinônimos. Mas será que realizar tarefas rapidamente significa mesmo fazê-las de maneira eficiente?
 
Cuidado para não cair na falácia de que fazer as coisas mais rapidamente é ser mais eficiente. Em determinadas ocasiões, a melhor estratégia é “dar tempo ao tempo”. Por exemplo: quando se tratar da definição de estratégias decisivas, o tempo deve ser seu aliado e não seu adversário. Da mesma maneira que existe um ciclo biológico que não pode ser alterado, para as coisas acontecerem na natureza, existe também certo tempo de amadurecimento para uma boa ideia ocorrer ou para uma estratégia vencedora se consolidar.
 
O jornalista Carl Honore, autor do livro In praise of slowness (algo como “O elogio da lentidão”), ainda sem tradução no Brasil, defende a tese de que a cultura obsessiva com rapidez em que vivemos acaba muitas vezes sendo improdutiva. Um exemplo que ele menciona e que, como pai, particularmente me deixou preocupado com o futuro de nossas crianças é o de uma série de livros lançados nos Estados Unidos com histórias de apenas 1 minuto. A coleção foi pensada para os pais “perderem” menos tempo ao ler para os filhos antes de dormir. Ora, ler histórias para um filho antes de dormir é uma forma de aprofundar os vínculos da relação pai-filho. “Resolver” a tarefa em 1 minuto certamente não servirá a esse propósito e, portanto nesse caso rapidez não tem nada a ver com eficiência. Indo de encontro ao tema desse livro, a sabedoria popular já dizia: “quem tem pressa come cru e quente”.
 
É claro que não estou defendendo aqui nenhum tipo de morosidade para se entregar projetos ou resolver as questões do dia-a-dia. Eu particularmente também gosto de tudo rápido. Mas quando tratamos de temas de extrema importância como o desenvolvimento de nossas habilidades de liderança, pressa é inimiga e não aliada. Michelangelo levou cerca de quatro anos pintando a Capela Sistina, Richard Vagner levou 26 anos para compor sua obra prima – a saga O Anel do Nibelungo – e Nelson Mandela passou 27 anos preso antes de se tornar um dos maiores líderes de nossa história recente. Portanto, celebre o tempo e entenda que para se tornar um bom líder também é necessário “dar tempo ao tempo”.
 
*Renato Grinberg é presidente da Trabalhando.com Brasil e autor do best-seller de carreira/negócios “A estratégia do olho de tigre”. É formado em música pela FAAM, tem pós-graduação em Marketing pela University of California Los Angeles (UCLA), MBA pela University of Southern California (USC) e cursou Melhores Práticas em Liderança na Harvard Business School.

Disponível em http://www.hbrbr.com.br/post-de-blog/tempo-de-lideranca

domingo, 13 de abril de 2014

LIDERAR É OUSAR!

Um perigo real ronda as equipes de trabalho e é conhecido como acomodação.  De todas as dificuldades observadas no dia dia corporativo, esta é uma das maiores ameaças ao desenvolvimento individual e coletivo, apequenando as possibilidades e impedindo o atingimento de metas e propósitos.

Podemos afirmar que a acomodação possui fases que vão desde pequenos hiatos de desempenho até a apatia total, requerendo atenção e cuidados por parte da liderança, para que não criem raízes e produzam efeitos irremediáveis.

A acomodação muitas vezes se revela na resistência aos novos paradigmas e às mudanças nos processos de trabalho, cabendo aos líderes a profícua tarefa de incentivar, influenciar positivamente, reconhecer cada um dos membros da equipe em conformidade com os propósitos institucionais, fomentando em seu metro quadrado a prática da generosidade e do compartilhamento.

Nesse sentido, é preciso mencionar que o líder é alguém que nos inspira a não "apequenar" a vida, o trabalho, a empresa, a comunidade, a nação, o mundo, conforme afirma o magistério de Mário Sérgio Cortella - Filósofo.

Então, ouse liderar conectando pessoas, estimulando-as a compartilharem suas habilidades, conhecimentos, abrindo as portas ao novo e construindo resultados que façam sentido para todos.  Faça isso de forma permanente e os resultados se traduzirão em aumento da produtividade e melhoria do meio ambiente corporativo, não esquecendo que na construção das organizações que aprendem, não existe um destino final, nem uma situação final, apenas a viagem de toda uma vida (Peter Senge).

Abraços e até a próxima!



segunda-feira, 31 de março de 2014

QUATRO REFLEXÕES PARA A MUDANÇA SEGUNDO MASLOW


Psicólogo americano de grande destaque entre Administradores em função de suas teses relativas às necessidades humanas, Abraham Maslow sempre defendeu que o homem é motivado em função de suas necessidades, as quais se manifestam em graus de importância, onde as fisiológicas são as consideradas necessidades iniciais e as de realização pessoal são as necessidades finais.

Outrossim,  afirma que cada necessidade humana exerce influência sobre a motivação e a realização do indivíduo, o fazendo prosseguir para o atendimento de outras necessidades, evidenciando uma pirâmide hierárquica, conforme abaixo exemplificado.
 
Imagem disponível em http://flaviohorita.com


Analisando os conceitos e teorias defendidas por Maslow, desde logo constatamos que seu conhecimento sobre as necessidades humanas vão muito além de sua famosa pirâmide, pois suas afirmativas nos descortinam o rico universo da natureza humana, abundante em informações sobre como se sentem e agem as pessoas, levando-nos à compreensão sobre como reagem nossas equipes de trabalho diante dos fatos cotidianos.

“O que é necessário para mudar uma pessoa é mudar sua consciência de si mesma.”

Processos de mudança necessitam partir de um movimento interno deflagrado pela consciência acerca de nós mesmos. Somente trazendo à luz nossas potencialidades e fraquezas poderemos  iniciar um processo de transformação verdadeiro.  Então, se como gestores pretendemos fomentar mudanças em nossas equipes de trabalho, precisamos estimular nossos colaboradores a refletir sobre si mesmos e sobre seus paradigmas, pois somente à partir do autoconhecimento torna-se possível almejar o novo.

“Se a única ferramenta que você tem é um martelo, tudo começa a parecer com um prego.”

Na vida pessoal como na vida profissional não podemos nos aprisionar em soluções únicas, em modelos intocáveis.  Precisamos ter flexibilidade para adaptar diariamente nossos paradigmas de acordo com as necessidades que se apresentem, pois não existe um único modo de pensar e agir.

Modelos rígidos não combinam com equipes de sucesso, pois a cada dia o dinamismo da vida impõe novos desafios, nos impelindo à busca de novas soluções, exigindo o pensamento "fora da caixinha".

A rigidez dos paradigmas é receita de fracasso e, se você quer ver transformada sua equipe de trabalho e seus resultados, abra seu pensamento, abandone suas certezas, seus métodos e arrisque-se no desconhecido, fora de sua zona de conforto.  Os resultados serão surpreendentes.


“O homem criativo não é um homem comum ao qual se acrescentou algo. O homem criativo é o homem comum do qual nada se tirou.”

A criatividade não é somente um dom, mas uma entrega.  Criatividade pressupõe liberdade para viver e criar o novo e se em seu ambiente de trabalho prepondera a rigidez de métodos, não há como esperar que apareçam soluções criativas.

Um ambiente mais flexível, onde as novas  ideias são atentamente ouvidas e consideradas, sem preconceitos, as mudanças acontecem com mais facilidade, transformando os resultados e potencializando a autoestima da equipe. 

E nem sempre a criatividade consiste em grandes ideias, mas de pequenas transformações nos métodos e paradigmas, repercutindo no processo produtivo como um todo gerando  confiança e comprometimento de todos.

“Há sempre a escolha entre voltar atrás para a segurança ou seguir em frente para o crescimento. O crescimento deve ser escolhido uma, duas, três e infinitas vezes; o medo deve ser superado uma, duas, três e infinitas vezes.”

Segundo Maslow, os processos de mudança não são estanques.  Ao contrário, acontecem por toda a vida, sendo certo que sempre teremos a escolha e a oportunidade  de seguir em frente ou voltar para nossa zona de conforto.  Diariamente precisaremos fazer escolhas derrotando nossos medos e crescendo mais um pouco, pois inexiste um método único e definitivo que possa satisfazer para sempre nossas questões, pois trata-se de processo dinâmico que se renova diariamente.

Eu concordo muito com as teorias de Maslow e as vejo diariamente aplicáveis em meu "metro quadrado", seja na minha vida pessoal ou profissional.  E você, o que acha?

Sugiro que amplie sua forma de olhar e sentir.  Em suas escolhas considere a mensagem de Maslow e  surpreenda-se com os resultados.

Abraços e até a próxima!